Já sofri muitas vezes por amor. Uma grande decepção em especial. Foi aí que jurei que nunca mais iria me envolver, que tudo era extremamente piegas e cliche demais, e que já tinha vivido minha cota suficiente de sentimentalismo.
Mas a vida tem essa mania irritante de provar a gente de errado, e foi aí que te encontrei, tão insuportavelmente perfeito, daqueles que abre a porta do carro, manda flores e leva pra jantar umas 3 vezes por semana. Não resisti. Libertei até o último cadeado, os arames farpados e a cerca elétrica que eu coloquei em volta do meu coração. Me venceu.
E assim a gente vive um amor tranquilo, que dá saudade quando um viaja, parceiros e sem brigas,enfim, aqueles namoros de dar inveja. Até que aquela sensação de "insuficiencia" volta a pentelhar.
Não sei por que raios a gente insiste em se perguntar se a pessoa a qual estamos ama mesmo a gente, se ela faz realmente tudo por voce, ou se ela não faria mais por outra pessoa. O pior não é se perguntar
O pior vem quando a gente realmente pergunta. SIM, pergunta e ouve aquilo que não queria ouvir.
Nesse instante de fraqueza emocional, o nó na garganta insiste em não te deixar falar, falhar...
E diante de tanta paranóia, você se pega sozinho, chorando e finalmente cai a ficha. SIM
Você descobre que esta sofrendo da pior doença de relação à dois, a doença que o homem relata desde o inicio da literatura: o APEGO.
Você começa a perceber os sintomas: paranoia, nâo quer ligar, mas olha a tela do celular de 5 em 5 minutos na espera de ter alguma mensagem para te libertar da abstinencia.
Independente da hora que for diagnosticado, reflita e PARE! Sò tem uma cura para isso, mas talvez demore um pouco. você vai precisar de alguns amigos, rir, esperar o tempo passar, enfim fazer qualquer coisa para desocupar sua cabeça daquela pessoa.
É grave. É a doença que corroi quem sente, e afeta o parceiro. é o cancer dos relacionamentos.
Mas como saber a diferença entre amor e apego? os dois não existem um sem o outro. O dificil é saber dosar, porque é como uma gangorra, tem que encontrar o equilibrio pra nenhum dos dois acabar de castigo.
domingo, 17 de junho de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Cuide bem da sua coca-cola
Quem tem alguém, sabe o risco que corre. Toda a confiança, os medos divididos e seu dia-a-dia que deposita em alguem, um dia vai faltar.
Será que tem como fazer uma poupança de amor? depositar lá todo mês aquela sobrinha de amor que transborda, em vez de fazer mal se transformando em ciume e desconfiança?
Um auxilio des-amor.
Por que tanta certeza? Todo amor tem um fim. Como diria Gabito Nunes>: "A manhã seguinte sempre chega" ou o "morning period" tão bem descrito pelos americanos.
Acredito que toda história tenha um fim, quiçá a morte. O que eterniza, bem... Não eterniza. O que pode parecer eterno são o que pessoas idealizaram ou contaram desse amor, mas muitos amores acontecem sem ninguem saber. Será que isso fez eles não serem eternos?
A eternidade é algo engraçado, a gente promete o "pra sempre" sem nem saber o que é. Como comprar uma casa em 15 trilhões de prestações, você não vai estar vivo para quitá-la.
Queria que fosse possível deixar um legado. Queria deixar aqueles futuros amores pendentes me esperando, amigas festeiras de plantão, e se não for pedir muito, um pouquinho de todo aquele amor que tanto sobrou no passado.
Parece praga de mãe, quando a gente desperdiça coca-cola, aí chega em casa com aquela vontade, e só tem aquela água com gosto do suco que estava na jarra antes. Todo aquele amor que um dia foi demais, que não coube na gente, acabou! e só sobrou aquilo sem graça; a saudade da coca-cola...
Amor demais entra em falta depois.
Tudo em excesso enjoa, acaba rápido ou satura. Com o amor não é diferente. A água, mesmo essencial à flor pode afogá-la. O amor também afoga, e depois resseca.
Queria que fosse possível deixar um legado:
Cuide bem da sua coca-cola.
Será que tem como fazer uma poupança de amor? depositar lá todo mês aquela sobrinha de amor que transborda, em vez de fazer mal se transformando em ciume e desconfiança?
Um auxilio des-amor.
Por que tanta certeza? Todo amor tem um fim. Como diria Gabito Nunes>: "A manhã seguinte sempre chega" ou o "morning period" tão bem descrito pelos americanos.
Acredito que toda história tenha um fim, quiçá a morte. O que eterniza, bem... Não eterniza. O que pode parecer eterno são o que pessoas idealizaram ou contaram desse amor, mas muitos amores acontecem sem ninguem saber. Será que isso fez eles não serem eternos?
A eternidade é algo engraçado, a gente promete o "pra sempre" sem nem saber o que é. Como comprar uma casa em 15 trilhões de prestações, você não vai estar vivo para quitá-la.
Queria que fosse possível deixar um legado. Queria deixar aqueles futuros amores pendentes me esperando, amigas festeiras de plantão, e se não for pedir muito, um pouquinho de todo aquele amor que tanto sobrou no passado.
Parece praga de mãe, quando a gente desperdiça coca-cola, aí chega em casa com aquela vontade, e só tem aquela água com gosto do suco que estava na jarra antes. Todo aquele amor que um dia foi demais, que não coube na gente, acabou! e só sobrou aquilo sem graça; a saudade da coca-cola...
Amor demais entra em falta depois.
Tudo em excesso enjoa, acaba rápido ou satura. Com o amor não é diferente. A água, mesmo essencial à flor pode afogá-la. O amor também afoga, e depois resseca.
Queria que fosse possível deixar um legado:
Amar de mais engorda. Amar demais satura. Amar demais acaba.
Cuide bem da sua coca-cola.
Assinar:
Comentários (Atom)
